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Conclusão

Nos

Mariko Mori oeuvreQuem somos? … De onde vimos? … Para onde vamos?

Para resumir simplesmente este capítulo intitulado do animal ao homem, poderíamos dizer assim:

Para fazer uma verdadeira análise do progrèsso humano, temos de nos encostar a Darwin e iniciar a nossa reflexão a partir das nossas origens naturais, a partir da altura em que éramos primatas naturais obedecendo as regras da natureza.

A partir desse ponto inicial em que a humanidade mergulhava na natureza, podemos então colocar em evidência no que nos tornamos, ou seja, seres humanos obedecendo as regras da cultura.

A partir desse campo de comparação alargado, temos a distância suficiente para distinguir os três grandes tipos de progresso que a humanidade elaborou inconscientemente:

Primeiro, o domínio progressivo do comportamento… o seu papel é de aniquilar progressivamente a capacidade do homem em afirmar-se em detrimento dos seus semelhantes (para a qual a conclusão é a paz universal)
Depois, o domínio progressivo do meio ambiente… o seu papel é de livrar progressivamente a humanidade dos problemas e das obrigações ligadas a natureza.
Por fim, o domínio progressivo do questionamento que nos permite progressivamente perceber o nosso mundo e o sentido da nossa presença num tal mundo.

Uma vez descoberto o sentido de todas as actividades humanas, resta-nos perceber todas as subtilezas dessas actividades.

Ainda há que perceber porquê que dentro da humanidade, existe o que nos chamamos de “mal”. Por outras palavras, que sentido rstem certas atitudes humanas que são interpretadas como “aberrantes”: o Assassínio, a guerra, o tortura o ódio, os genocidios, o racismo… porque essas atitudes são capazes de aniquilar qualquer ideia de evolução positiva. Este será o tema de reflexão do próximo capítulo.

Também vamos fazer um trabalho do tipo filosofia ficção: projectamos no futuro esses 3 eixos de evolução, para tentar imaginar a sua provável finalidade. De facto, pensamos aqui que apenas nos falta uma etapa para a construção humana – para a qual estamos a trabalhar, sem o sabermos – e que prolongará muito tempo depois de nós.

 

A caminho da humanidade realizada

“A maior finalidade da riqueza não é fazer dinheiro mas sim fazer com que o dinheiro melhore a vida.”Henry Ford

Eo observar a energia criadora demonstrada diariamente pela nossa espécie, ao comparar, o que resta por fazer com o que já foi feito, podemos imaginar que a humanidade conseguirá um dia explicar o que é a matéria, Deus, o mundo
Podemos pensar que o homem é capaz de esclarecer o conjunto das leis científicas que compõem a verdade.

Até parece que tudo está feito para isso:

1/ A configuração do nosso psiquismo. O nosso psiquismo, procurando a felicidade e detestando o desconhecido e a preocupação, esforça-se incessantemente para resolver os seus enigmas.
2/ A nossa irreprimível necessidade de perceber e de saber, que nos leva a procurar incessantemente.
3/ A nossa capacidade em acumular e em transmitir os nossos conhecimentos. Essa capacidade permite-nos fazer progredir as nossas pesquisas.
4/ Até a configuração genial dos enigmas propostos pela criação, que representam um desafio fabuloso para os nosso espíritos jogadores. De facto, esse mundo enigmático que se desvenda pouco a pouco ao mesmo tempo que rla a profundeza do seu abismo (conforme nos aproximamos, ele recua) é um verdadeiro motor para a inteligência humana.

Tudo nos leva constantemente a procurar para perceber.

Quanto mais avançamos, por exemplo, no coração da matéria, mais ela se escapa, se fragmenta, estimulando constantemente em nós novas imaginações.

Tal como a cenoura que se põe a frente do burrinho para ele ir para a frente, o principio criador atrai-nos para ele, suscitando constantemente o nosso interesse.

Longe de ser uma deficiência, a estranheza do mundo é uma vantagem para a humanidade.

O tempo perfila-se a nossa frente,
A explosão exponencial e intercontinental da pesquisa, a fluidificação da nossa interdependência e dos nossos meios de comunicação, vão acelerar ainda mais o solucionamento das nossas maiores perguntas.

A ciência está quase a responder às perguntas: de onde vimos e quem somos. Ao que parece, conseguirá também confirmar todas as intuições teleológicas dos grandes místicos, ou seja, a estabelecer com certeza para onde vamos. Tal como o domínio do nosso comportamento e do nosso meio ambiente, resolver completamente os nossos questionamentos é uma questão de tempo, mas vamos conseguir. Assim finalizada, a humanidade poderá então aceder a uma existência de sossego, de paz e de felicidade, por outras palavras, ao êxtase, ao nirvana, ao beatismo.

ano 2001

O mal

Pierre Teilhard de Chardin

“A O homem-indivíduo é essencialmente família, tribo, nação. Enquanto a humanidade ainda não encontrou a sua volta outras Humanidades que se debruçassem sobre ela e lhe explicassem onde ela vai.”Pierre Teilhard de Chardin

 

Einstein tirant la langue

Comment être heureux si l'on ne sait ni ce que l'on est, ni ce qu'est le monde ? Encyclopédie des religions Bayard éditions.