« Quando vejo alguém que não se parece comigo, pergunto-me o que eu teria sido se tivesse tido a sua vida. »— Jean-Marc Tonizzo
Durante milhões de anos, o nosso antepassado primata viveu em grupos fechados. O estranho era uma ameaça potencial. Esta desconfiança instintiva está profundamente inscrita no nosso cérebro. Mas algo trabalha em sentido contrário — um alargamento progressivo do círculo, um reconhecimento do outro como semelhante, como irmão.
A educação é talvez o instrumento mais poderoso de que a humanidade dispõe para transformar esta relação com o outro. Não a educação que impõe regras — mas aquela que desenvolve a empatia, que ensina a ver na diferença uma riqueza.
Ce n'est pas une utopie. C'est une trajectoire déjà visible, inscrite dans l'histoire depuis le premier primate. Lentement. Imparfaitement. Mais dans une direction.
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