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Índice da filosofia do amor

Animal, Homem e Humano

ZENA humanidade está destinada a atingir a sua perfeição.

Aqui está o ponto de partida da nossa teoria.

Trata-se duma teleologia, por outras palavras uma reflexão sobre as últimas finalidades das coisas.

A nossa teleologia formou-se intuitivamente e sobre o modelo da filosofia da história.

O tema principal será então: a finalidade humana.

  • Como a ciência ainda não demonstrou a existência de outras formas de vida do que a terrestre, vamos optar por uma leitura geocêntrica do universo. Por outras palavras, colocamos a terra no centro espiritual do universo.
  • Como os cientistas também não demonstraram a existência de outras espécies capazes de desenvolver uma reflexão espiritual, optaremos por um princípio antropocêntrico do ser vivo. Assim, colocaremos o homem no centro espiritual do ser vivo (trata-se dum antropocentrismo respeitoso e não narcísico).
  • Finalmente, a ciência não nos permitindo ainda a escolha entre a existência ou a não-existência de Deus, escolheremos o ponto de vista de Pascal, segundo o qual é mais judicioso apostar na existência de Deus. E tentaremos, como ele, demonstrar que se trata do melhor ponto de vista.

Esses três princípios: geocentrismo, antropocentrismo e, coincidem perfeitamente com as orientações da nossa teoria.

Pois segundo nós: a matéria e o universo são “instrumentos” utilizados pelo espiritual (instrumentos infinitamente respeitáveis, que dmos assim respeitar). A função deles é permitir ao homem existir e compreender o seu mundo.

Da mesma maneira, o homem é antes de mais um “instrumento” da vontade divina (instrumento infinitamente respeitável, que merece então todo o respeito).
A nossa espécie tem como missão realizar os desígnios do princípio criador, que são: concretizar o espírito de Deus sobre a terra, por outros termos o espírito do Amor.

No capítulo, “do animal ao homem”, veremos porquê que todas as actividades humanas, sem excepção, trabalham de maneira directa ou indirecta para o progresso de 3 grandes evoluções fundamentais: controlo progressivo do comportamento, do meio ambiente, e resposta progressiva aos questionamentos.

  • A primeira evolução esforça-se por converter um animal habituado a afirmar-se em detrimento dos seus iguais, em humano “totalmente respeitoso para com os seus semelhantes”.
  • A segunda evolução tende a adaptar cada vez melhor o homem ao seu mundo.
  • Finalmente, a terceira evolução empenha-se em descobrir progressivamente as respostas aos grandes enigmas da criação: de onde vimos, quem somos, para onde vamos.

O capitula tratará dos conceitos de bem e mal. Veremos então que o mal afinal é simplesmente um instrumento destinado a evolução e ao pleno aparecimento do bem. Por outras palavras, o mal está destinado ao seu próprio desaparecimento.

No capítulo, intitulado “do homem ao humano”, tentaremos explicar porquê que o controlo progressivo sobre o nosso comportamento, o nosso meio ambiente e o nosso questionamento está destinado a atingir a sua perfeição. Perfeição que está por si só destinada a uma perfeição superior ainda e espiritual, e cujo ponto principal é o fácil acesso ao estado extático para o ser humano.

No capítulo, intitulado “a felicidade”, tentaremos definir esse estado extático. Depois, reuniremos a maior parte das reflexões filosóficas e religiosas sobre o êxtase, o beatismo, o nirvana. Enfim, vamos analisar a diferença entre esse estado superior e o prazer, e a sua relação com o tempo, com a religião e com a teleologia.

No capítulo, “o amor está no átomo”, tentaremos estabelecer uma ligação entre a matéria e a sensação que ela acabou por criar no decurso da sua evolução. Chegaremos assim a conclusão segundo a qual Deus é a parte imaterial do átomo.

O capítulo, intitulado “a consciência” tentará descobrir o ponto onde se efectua a junção entre a parte imaterial do átomo (Deus) e o extático. Analisaremos também as diversas zonas de consciência e a sua relação com a moral, a negação de outrem, a crueldade, a ciência e a verdade.

No capítulo, intitulado “destino acaso”, tentaremos demonstrar que não há acaso no decorrer das coisas. Cada coisa feita pela humanidade tem a sua razão de ser, o seu propósito, e participa na “subida” da nossa espécie para a sua perfeição.

No capítulo, “a linguagem do ser vivo”, apresentaremos a ideia segundo a qual existe uma linguagem silenciosa da vida. Tudo “fala” á quem quer ouvir. ser vivo, animal, sintoma, vírus… dizem coisas e temos de aprender a decifrar essas mensagens.

Os e 10º capítulos, humanidade” e “mídia”, mostram a implicação desta teoria nas áreas politica e social. Falam das tendências primárias, do elitismo, do narcisismo e do egocentrismo; das suas consequências na vida do homem construtor. Tratam de democracia, liberalismo, mercado, globalização, sociedade, e das alternativas como a simbiose. Também falam de televisão e de jornalismo.

Para terminar, no último capítulo, “a Morte”, tentaremos demonstrar porquê que a passagem da vida a morte encontra forçosamente o estado de beatismo. Por outras palavras, porquê o facto de morrer é como afundar-se no êxtase, no amor absoluto. E porquê, nesse estado, a morte desaparece.

prologo

levinas emmanuel

A moral não é uma vertente da filosofia mas sim a filosofia em si. Emanuel Levinas