« Na êxtase, a morte tinha deixado de ser uma questão. O que estava ali era demasiado pleno para precisar de durar. »— Jean-Marc Tonizzo
Através de todas as culturas, em todas as épocas, um testemunho notável repete-se — o dos místicos que descrevem o estado de êxtase como um aperitivo da morte, ou antes como a revelação de que a morte não é o que se julgava.
Plotino descreve a união com o Um como um estado em que "o observador e o observado já não fazem mais do que um" — e onde a questão da morte já não tem sentido. O Bardo Thödol tibetano descreve a morte como uma libertação para uma luminosidade fundamental.
Ce n'est pas une utopie. C'est une trajectoire déjà visible, inscrite dans l'histoire depuis le premier primate. Lentement. Imparfaitement. Mais dans une direction.
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