L'humanité évolue vers l'éveil 🌱
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L'humanité évolue vers l'éveil
La Mécanique Universelle
de l'atome à l'extase
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Le chemin de l'évolution · étape 11 sur 12
La Mort — L'obstacle qui sera dépassé
A morte — Êxtase
Ter consciência da morte — apreender o sentido
Mécanique Universelle — versão portuguesa

A consciência do sentido

De onde vimos, para onde vamos

Paul KleeCompreender o nosso objetivo

Um homem livre não pensa em nenhuma coisa menos do que na morte, e a sua sabedoria é uma meditação não da morte mas da vida. Spinoza

Segundo a teoria da mecaniqueuniverselle, a humanidade conseguirá um dia libertar-se definitivamente da morte. Aniquilará a angústia que é a sua força viva e apoiar-se-á para o fazer na experiência do êxtase. Tal é a tese que aqui defendemos.

Esta libertação universal não é para já. O peso do ego é ainda demasiado importante no espírito humano para autorizar o êxtase a ser vivido facilmente. E é o êxtase que é capaz de realizar esta proeza. São os estados de beatitude, de nirvana, de fanâ, etc., que podem vencer o medo da morte (portanto a morte ela própria), mergulhando-nos no imediato.

Antes de chegar a este desenlace, a humanidade terá de descobrir segundo nós a razão da nossa presença no mundo. Terá de compreender porque é que o homem apareceu na terra e o que deve aí realizar. É todo o sentido do nosso trabalho e uma grande parte desta iluminação está já inscrita segundo nós na lógica da nossa evolução.

A importância de compreender o nosso sentido

Para a mecaniqueuniverselle com efeito, a humanidade evolui para uma finalidade bem precisa. Até agora os homens aí trabalharam de forma intuitiva e inconsciente. Mas um dia, o conjunto humano tomará consciência deste itinerário.

O homem compreenderá então toda a importância da sua existência. Apreenderá o sentido das suas ações. Compreenderá que os seus atos trabalham para uma obra mais alta e mais vasta, de que fala o filósofo Friedrich Hegel e que construímos inconscientemente.

Se o homem realizasse o objetivo real das suas ações, realizá-las-ia o melhor possível. Deixaria então este mundo e esta incrível existência com o sentimento de se ter plenamente realizado, sem remorsos nem arrependimentos.

Como seria uma humanidade consciente?

A que se poderia assemelhar uma humanidade consciente do seu objetivo?

Teria sem dúvida tornado serena e pacífica. Clarividente e intencional, educaria os seus filhos na harmonia, na alegria, na empatia e no respeito absoluto pelo outro. Nesta humanidade, cada potencial humano encontraria naturalmente e sem constrangimento o seu lugar. Cada criança aí desabrocharia as suas competências particulares, oferecendo assim a sua energia e as suas qualidades à construção do mundo. Tornando-se velho, transmitiria sem dificuldade todo o seu saber.

Este saber transmitido, avançaria serenamente para a sabedoria e caminharia ao ritmo da vida para o despojamento, o desapego e finalmente o êxtase (em vez de para o viagra, a cirurgia estética e o casino).

Esta humanidade não temeria mais a morte e não a faria mais temer aos seus filhos. Desde a mais tenra idade, o indivíduo assimilaria a ideia de que o instante da finitude encontra a beatitude, o êxtase. Ensinar-se-lhe-ia que neste estado de êxtase a própria ideia da morte desaparece. Teríamos assim uma humanidade tendo resolvido o seu problema primeiro. Uma humanidade tendo transcendido o seu medo da morte.

ano 2000 — o nirvana, o êxtase, a beatitude

A morte — Êxtase
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L'humanité va vers l'éveil

Ce n'est pas une utopie. C'est une trajectoire déjà visible, inscrite dans l'histoire depuis le premier primate. Lentement. Imparfaitement. Mais dans une direction.

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Rencontres Philosophiques et Spirituelles de Montfaucon en Velay — juillet-août 2026